Troca massiva de acusações entre Ucrânia e Rússia sobre violações à trégua de Páscoa; mais de 2.000 violações reportadas por ambos; troca de 350 prisioneiros; negociações de paz estagnadas. Ucrânia: Kiev e Moscovo trocam acusações de violação da trégua de Páscoa - Expresso Likely publishing date: 2026-04-12 Ucrânia: Kiev e Moscovo trocam acusações de violação da trégua de Páscoa O cessar-fogo por ocasião da Páscoa ortodoxa está em vigor desde sábado, mas tanto Ucrânia como Rússia denunciam violações A Ucrânia e a Rússia acusaram-se este domingo mutuamente de violações ao cessar-fogo por ocasião da Páscoa ortodoxa, em vigor desde sábado, com Kiev a denunciar quase 2.300 violações e Moscovo cerca de 2.000. O exército ucraniano acusou as forças russas de, até às 7h00 (5h00 em Lisboa), terem violado 2.299 vezes o cessar-fogo da Páscoa, que entrou em vigor na véspera na linha da frente na Ucrânia, com mais de 1.200 quilómetros de extensão. O Estado-Maior ucraniano, num relatório publicado no Facebook, especificou que foram registados "28 ataques inimigos, 479 bombardeamentos de artilharia, 747 ataques com drones de ataque ('Lancet', 'Molniya') e 1.045 ataques de drones FPV". "Não houve nenhum ataque com mísseis, bombas aéreas guiadas ou drones do tipo Shahed", acrescentou. Segundo o Ministério da Defesa russo, "no total", entre as 16h00 (14h00 em Lisboa) de sábado, quando a trégua teve início, e as 8h00 (6h00 em Lisboa) de hoje, "foram registadas 1.971 violações do cessar-fogo por parte do exército ucraniano". Mais concretamente, Kiev terá lançado 1.329 drones de vigilância e atacado as posições russas em 258 ocasiões com lançadores de mísseis, artilharia e tanques, indicou, num comunicado citado pela agência noticiosa TASS. O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou na quinta-feira um cessar-fogo de 32 horas durante o fim de semana da Páscoa Ortodoxa, ordenando às forças russas que suspendessem as hostilidades até ao final do domingo. Por sua vez, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, prometeu respeitar o cessar-fogo, descrevendo-o como uma oportunidade para avançar com iniciativas de paz. No entanto, advertiu que as forças ucranianas iriam responder a quaisquer violações na mesma medida. Este é o quarto cessar-fogo desde o início da invasão russa em 2022, cujas negociações de paz, mediadas pelos Estados Unidos, estão num impasse há quase dois meses devido ao conflito no Irão. As tentativas anteriores de cessar-fogo tiveram pouco impacto, com ambas as partes a acusarem-se mutuamente de violações. No sábado, a Rússia e a Ucrânia anunciaram também a troca de 350 prisioneiros de guerra, 175 de cada lado, com a mediação dos Emirados Árabes Unidos. 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