Celebração do Dia Nacional do Café Histórico destaca 10 cafés emblemáticos portugueses; património cultural, vida urbana, figuras históricas e acontecimentos marcantes; cafés como Martinho da Arcada, Majestic, Santa Cruz, Nicola, Brasileira do Chiado, Calcinha, Vianna e Pastéis de Belém.


Descobrir 10 cafés históricos que, ao balcão ou à mesa, ajudam a contar Portugal - Expresso Likely publishing date: 2026-04-14

Descobrir 10 cafés históricos que, ao balcão ou à mesa, ajudam a contar Portugal

Ao longo de mais de um século, alguns cafés históricos mantiveram atividade contínua e relevância cultural. No Dia Nacional do Café Histórico, que se celebra esta terça-feira, 14 de abril, o convite é para descobrir 10 locais onde Portugal se conta à mesa e ao balcão

A 14 de abril celebra‑se em Portugal o Dia Nacional do Café Histórico, uma data criada para reconhecer o valor cultural, social e patrimonial dos cafés históricos portugueses. A iniciativa partiu da Associação dos Cafés com História de Portugal, da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e da Associação Industrial e Comercial do Café, tendo sido apresentada publicamente em 2022, na Brasileira do Chiado, em Lisboa.

Mais do que uma celebração simbólica, a criação da efeméride procurou afirmar estes espaços como património cultural de interesse relevante, à semelhança do que acontece com as Lojas com História, sublinhando o papel que desempenham na memória coletiva, na vida urbana e na identidade das cidades.

Ao longo de mais de um século, cafés como o Martinho da Arcada, a Confeitaria Nacional e o Café Nicola, em Lisboa, “A Brasileira do Chiado”, o Café Santa Cruz, em Coimbra, o Café Calcinha, em Loulé, o Café Vianna, em Braga, o Café Majestic e o Café Piolho, como é conhecido o Âncora d’Ouro, no Porto, mantiveram atividade contínua e um papel relevante na vida cultural das cidades. Foram frequentados por figuras como Fernando Pessoa, Almada Negreiros, António Aleixo, Bissaya Barreto, Teixeira de Pascoaes, Eça de Queiroz, Camilo Castelo Branco ou J.K. Rowling.

Em Coimbra, o Café Santa Cruz associa‑se às comemorações com a apresentação de uma exposição do “Prémio de Pintura A Brasileira do Chiado”. Depois de uma primeira apresentação n’“A Brasileira do Chiado”, em Lisboa, as obras dos 10 artistas distinguidos instalam‑se no antigo altar‑mor da Igreja de São João de Santa Cruz, espaço que integra, atualmente, a programação cultural do Café Santa Cruz. A exposição poderá ser visitada a 14 de abril e volta a abrir a 8 de maio, data em que o café conimbricense assinala 103 anos de atividade.

No centro de Coimbra, o Café Santa Cruz, conta 102 anos de história. Começou por ser uma igreja. “Devido ao avançado estado de degradação”, diz Vítor Marques, gerente do Café Santa Cruz, em “1919 começa a ser pensado como café, é declarado Monumento Nacional em 1921 e abre portas no mesmo ano”, sendo anunciado pelos jornais locais como “O Café Manuelino” pela arquitetura. Na época, “a cidade revoltava‑se contra a transformação, mas depois aceitaram e começaram a frequentar o espaço”.

Muitos são os que entram, tiram fotografias e saem sem consumir. Vítor Marques lamenta que “não procurem saber mais sobre a história do café, que já tem seis livros editados”, e que não tomem um café, “que é realmente muito bom”, ou provem um “Crúzio”, doce “feito com doce de ovos e amêndoa tostada que se vende aqui desde 1951”. O nome presta homenagem aos “Cónegos Regrantes que habitavam em Santa Cruz”. Foi palco de emotivas noites de fado, tertúlias conspirativas no Estado Novo e central na implementação da democracia.

Praça 8 de Maio, Coimbra. Tel. 239833617

As paredes e tampos das mesas em mármore, o chão trabalhado, os estuques e frisos dourados, o mobiliário de época e os imponentes espelhos são marcas da antiguidade do Café Vianna. Abriu em 1858, pelas mãos de Manuel José da Costa Vianna, na Praça da República, emBraga.

Palco de reuniões políticas, como a que conduziu ao Movimento de 28 de Maio de 1926 e que levaria ao fim da I República, funcionou também como uma espécie de banco depois da II Guerra Mundial. O metal tinha sido usado na produção militar, o que fez com que houvesse falta de moedas. “O troco muitas vezes era dado em forma de cédulas, que depois eram trocadas entre os comerciantes”, conta Mário Pereira, gerente. Frequentado igualmente por intelectuais, como Eça de Queiroz e Camilo Castelo Branco.

Praça da República, Braga. Tel. 25326236

No dia do ano de 1922 em que foi inaugurado o Café Majestic, pela mão de nove sócios que queriam instalar no Porto um espaço capaz de rivalizar com Paris e Londres, a cidade estava em festa: celebrava Gago Coutinho e Sacadura Cabral, que chegavam depois de terem concretizado a primeira travessia aérea entre Lisboa e o Rio de Janeiro. Alojados no Grande Hotel do Porto, os dois aviadores foram convidados para a festa de inauguração.

O mítico café, então considerado o mais bonito da Península Ibérica, viveu, nos últimos mais de 100 anos, várias vidas. Quando Agostinho Barrias, cedo emigrado para o Brasil e apaixonado por cafés com história, o adquiriu, nos anos 80, pouco depois de fazer seu outro espaço emblemático, o Café Guarany, o avançado estado de degradação facilitou o negócio, conta o filho, Fernando Barrias. Recuperado ao detalhe a partir de negativos antigos que mostravam o esplendor dos primeiros tempos, é hoje “um espaço cheio de histórias”, emblema da cidade e ponto de paragem obrigatória. Café de saco e a famosa “Rabanada crocante” são destaques nesta casa de ambiente da Belle Époque.

Rua de Santa Catarina, 112, Porto. Tel. 222003887

Conhecido popularmente como Café Piolho, o nome oficial é Âncora d’Ouro. Abriu em 1909, junto à Praça dos Leões, no Porto, e mantém‑se em funcionamento contínuo desde então. A designação popular consolidou‑se ao longo do século XX eéhoje mais usada do que o nome original. Desde a origem, afirmou‑se como caféde frequência regular, ligadoàvida académica e cultural da cidade. A proximidadeàUniversidade do Porto contribuiu para a forte ligação a estudantes, professores, intelectuais e artistas, papel que manteve ao longo de diferentes períodos políticos e sociais.

O espaço conserva a função de café tradicional, com serviço ao balcão e mesas no interior, e mantém horários alargados, sendo um dos cafés históricos com maior continuidade de utilização diária. A esplanada tornou‑se um ponto de encontro regular, integrando‑se na dinâmica urbana da zona envolvente.

Praça de Gomes Teixeira, Porto. Tel. 222081052

Era o café de eleição de Fernando Pessoa e isso continua a ser, ainda hoje, uma das primeiras imagens associadas ao Martinho da Arcada. A mesa reservada diariamente para o escritor permanece como motivo de curiosidade e atração, mas reduzir a história deste espaço bicentenário a uma única figura seria injusto. É certo que Fernando Pessoa fez do Martinho da Arcada uma segunda casa, mas, com o passar do tempo, a reputação da casa foi‑se consolidando pela consistência do serviço e pela cozinha segura. A atividade iniciou‑se oficialmente em 1778, como botequim dedicadoàvenda de espirituosas, num contexto em que se quis claramente afastar do ambiente das tabernas mal‑afamadas da cidade.

Esse desejo levouàabertura progressiva ao serviço de refeições e, hoje, o Martinho da Arcada domina com igual empenho as funções de cafée de restaurante. Instalado sob a arcada nordeste do Terreiro do Paço, dispõe de uma das esplanadas mais concorridas da Baixa pombalina. Os petiscos estão bem assentes na ementa, mas estaéuma casa onde uma refeição a sério pede tempo, duas travessas e pratos a chegar à mesa. Antes de passar à carne, impõe‑se uma paragem cuidada nos“Camarões TigreàMartinho”, tão frescos que ainda guardam o sabor do mar. O bife do lombo confirma‑se como um clássico de conforto, daqueles que justificam regressos.

Praça do Comércio, 3, Lisboa. Tel. 218879259

Fundado no Rossio em 1787, o Café Nicola é um dos cafés mais antigos de Lisboa e um dos nomes fundadores da cultura de café na cidade. A história começa com o italiano Nicolau Breteiro, pasteleiro de profissão, que abriu um botequim rapidamente transformado em ponto de encontro urbano. Ao longo do século XIX, o Nicola consolidou‑se como espaço de sociabilidade, conversa e observação, acompanhando a vida política, literária e comercial do coração lisboeta. A ligação a Bocageéuma das marcas mais duradouras da casa. O poeta frequentava assiduamente o café, onde escrevia, declamava e convivia, criando uma associação que permanece viva na memória do lugar.

Ao contrário de outros cafés históricos cuja identidade se fixa numa época precisa, o Nicola soube atravessar sucessivas transformações, mantendo o nome, o local e a função essencial de café de cidade. O interior atual resulta de sucessivas adaptações, sem apagar o peso simbólico do espaço. O Rossio continua a entrar pelas janelas e o vaivém da praça dá ritmo às mesas. Aqui, o café mantém‑se como gesto quotidiano, mais ligado ao hábito do queàencenação, fielàideia de que um caféhistórico vive tanto da repetição diária como da memória acumulada.

Praça do Rossio, Lisboa. Tel. 213461591

A Brasileira do Chiado (Lisboa)

Aberta em 1905, A Brasileira do Chiado ocupa um lugar central na história cultural de Lisboa e no imaginário coletivo da cidade. Foi pioneira na introdução do café do Brasil em grão na capital e rapidamente se afirmou como muito mais do que um simples ponto de consumo. Tornou‑se um lugar de tertúlia, observação e debate, associado de forma indelévelàvida intelectual do início do século XX.

A ligação a Fernando Pessoa marcou decisivamente a identidade da casa. Uma das figuras centrais da modernidade literária portuguesa fez deste café um dos seus refúgios urbanos, e a estátua de bronze na esplanada perpetua essa presença silenciosa. Mas A Brasileira não se esgota numa só figura. Por aqui passaram escritores, artistas e jornalistas ligados à geração de Orpheu e a outras correntes que ajudaram a moldar a cultura contemporânea portuguesa. Foi também neste contexto que a “bica” se afirmou como gesto lisboeta.

A designação é frequentemente atribuída à abreviatura de “Beba Isto Com Açúcar”, como dizer popular associado ao café expresso, servido forte e curto. Independentemente da exatidão etimológica, a palavra ganhou estatuto e identidade, tornando‑se marca da cidade e do ritual diário ao balcão. O interior preserva a traça Arte Nova, com espelhos, madeira escura e uma escala que convida tantoàpermanência comoàobservação do Chiado em movimento. A casa mantém a função de caféclássico, fielàideia de que um espaço histórico continua vivo enquanto for usado, falado e habitado.

Rua Garrett, 120, Lisboa. Tel. 213466951

A Confeitaria Nacional abriu em 1829, na Praça da Figueira, e mantém‑se em funcionamento contínuo desde então.Éuma das mais antigas pastelarias de Lisboa e uma referência histórica da doçaria portuguesa, com produção própria e foco na pastelaria tradicional. No final do século XIX, foi uma das casas responsáveis pela introdução do“Bolo‑rei”em Portugal, produzindo‑o desde então de forma regular. A pastelaria mantém também outras especialidades associadas ao calendário festivo e ao consumo quotidiano, seguindo métodos de fabrico tradicionais.

O espaço original mantém a localização e a função de pastelaria e café, com atendimento ao balcão e mesas de apoio. A clientela é maioritariamente local, com circulação constante ao longo do dia, beneficiando da centralidade da praça e da proximidade aos principais eixos da Baixa.

Praça da Figueira, 18B, Lisboa. Tel. 213424470

A história dos Pastéis de Belém começa em 1837, ligada ao Mosteiro dos Jerónimos e ao destino silencioso das ordens religiosas. Após a extinção dos conventos, um dos monges passou a vender na loja anexa ao mosteiro um doce feito segundo receita conventual, com o objetivo de garantir subsistência. Nascia assim aquele que viria a tornar‑se um dos sabores mais reconhecíveis de Lisboa e do país. A receita original, guardada em segredo absoluto, continua a ser produzida apenas por mestres pasteleiros com acesso restrito ao espaço onde tudo começa.

O pastel, servido ainda morno, com massa folhada estaladiça e creme untuoso, mantém‑se fielàforma e ao sabor que o celebrizaram. A distinção entre“Pastel de Belém”e“pastel de nata”éaqui clara e assumida, reforçando a singularidade da casa. Ao longo de quase dois séculos, os Pastéis de Belém tornaram‑se ponto de romaria quotidiana, tanto para lisboetas como para visitantes. As salas amplas, revestidas de azulejos azuis e brancos, acolhem um vaivém constante, onde o ritual se repete: polvilhar com açúcar e canela, morder com cuidado, regressar. Espreite o renovado balcão

Rua de Belém, 84–92, Lisboa. Tel. 213637423

Aberto em 1929, o Café Calcinha ocupa um lugar central na história social e cultural deLoulé. Localizado na Praça da República, afirmou-se desde cedo como espaço de convivência, observação e debate, desempenhando um papel relevante na vida quotidiana da cidade ao longo do século XX. O nome deriva da alcunha do fundador, José Domingos Cavaco, inicialmente proprietário do então Café Central. A designação “Calcinha” impôs-se na oralidade e ficou definitivamente associada ao espaço, tornando‑se parte da identidade louletana.

A relação com António Aleixo marcou de forma duradoura o imaginário do café. Frequentador habitual, o poeta popular fez deste lugar um dos seus pontos de permanência, hoje assinalado pela estátua de Lagoa Henriques na esplanada. Para além dessa figura, o Café Calcinha foi ponto de encontro de comerciantes, políticos locais, jornalistas e protagonistas da boémia algarvia. O interior mantém a traça original, com influências Arte Nova e Art Déco, mesas de tampo em mármore e madeira escura, preservando a escala e a lógica do café clássico. Distinguido como “Comércio com História”, o “Café Calcinha” vive da memória e da nostalgia associadas ao seu passado, mantendo-se activo enquanto espaço de uso quotidiano.

Praça da República, 67, Loulé. Tel. 934 250 079

1994: A tertúlia final à mesa de Lisboa, Capital Europeia da Cultura

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