Vitória histórica de Péter Magyar na Hungria termina anos de domínio de Orbán e aliados de Trump/Putin; reacções europeias destacam impacto democrático e expectativa de reaproximação à UE; dúvidas sobre mudanças rápidas.


Espera pelo melhor, aguarda pelo pior… uns bebem champanhe, outros morrem de sede - Expresso Likely publishing date: 2026-04-14

Espera pelo melhor, aguarda pelo pior… uns bebem champanhe, outros morrem de sede

Dois dias depois das eleições legislativas na Hungria, ainda reverberam ecos dessa extraordinária ida às urnas. Extraordinária na participação superior a 77% (inexistente no nosso país desde 1983); extraordinária na sua importância para a Europa e a democracia liberal; extraordinária no resultado, que virou uma maioria constitucional do governante Fidesz, partido ultranacionalista do primeiro-ministro cessante, Viktor Orbán, numa maioria constitucional do seu rival (e outrora companheiro) Péter Magyar, da jovem formação Tisza (Respeito e Liberdade, mas também nome de um rio húngaro); extraordinária na rapidez com que se conheceram os resultados e os reconheceu o derrotado; extraordinária porque ao fim de dezasseis anos de “democracia iliberal” (conceito que continuo a não saber que seja) teve de ser um ex-aliado do chefe do Governo a disputar-lhe e conquistar-lhe o lugar, com desistência empenhada de quase toda a esquerda.O ciclo aberto pela vitória de Magyar levanta expectativas de reaproximação às instituições europeias e de recuperação de padrões democráticos no seu país, como atestaeste trabalho multimédiadoRúben Tiago Pereira. Persistem dúvidas quanto à margem real para mudanças rápidas e ao posicionamento estratégico do país num contexto internacional marcado pela guerra logo ali ao lado, na Ucrânia. Magyar não tem posições opostas às de Orbán em tudo e terá de mostrar credenciais escapando ao afã vingativo. A esse respeito, caiu mal ontem a afirmação, à margem do legítimo desejo de limitar o número de mandatos de futuros primeiros-ministros, a garantia algo sobranceira de que tal assegura que o homem que derrotou na mesa de voto jamais voltará ao poder. É melhor que tal aconteça por vontade do povo, além de que é tão importante ser gracioso na vitória como na derrota, ou seja, malhar por malhar não augura coisa boa. Percebe-se o entusiasmo, mas preste-se provas a governar.A vitória de Magyar foi, é claro, também uma derrota de Donald Trump e da sua corrente política global. O Presidente dos Estados Unidos da América apostou forte em Orbán, tendo até mandado o seu vice a um comício em Budapeste. OHélder Gomes— desde ontem coordenador da secção internacional do Expresso, um êxito do defeso de primavera — escreve que o resultado de domingo mostra quea direita iliberal não é imparável. Falando com vozes entendidas, explica até que ponto uma vitória celebrada em Bruxelas e Kiev é sinal de vida dos valores democráticos na União Europeia e que impacto poderá ter nas próximas eleições. Já aSalomé Fernandesanalisa adupla derrota de J. D. Vance, que, além do desaire húngaro, voltou de Islamabade sem o tal acordo com o Irão que o seu chefe assegurava que Teerão desejava como pão para a boca. Nem reabre o estreito (agora até diz que o bloqueia, como se não estivesse já bloqueado) nem verga os sanguinários aiatolas nem descansa o mundo.Os colunistas do Expresso debruçaram-se sobre as eleições magiares. A investigadoraDaniela Nunes, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, vai a um ângulo pouco explorado aolevantar a questãode saber como a Hungria viverá, doravante, a relação que tem com a sua História. Talpassado não é, sustenta, “um pano de fundo assim tão distante que o possamos considerar inútil para enquadrar e entender a eleição do passado domingo à luz da cultura democrática húngara (ou das suas fragilidades) tal como ela foi moldada ao longo do século XX”. Evocando o momento fundador da revolta contra a tirania comunista soviética em 1956 e a “redefinição identitária” pós-queda do muro de Berlim, explica que a relação com a Rússia permanece determinante e que Magyar apelou à memória de uma nação que sofreu com e resistiu a concentrações de poder ao longo das décadas, e que preza uma liberdade que em termos históricos é bem recente.

Manuel Serranoabordaa resposta da União Europeia (UE) aos últimos anos políticos na Hungria, considerando que Orbán foi capaz de explorar “o vazio político em Bruxelas”, a quem falta estratégia onde sobra “salto de fé”. Mencionando a Polónia, onde há três anos outro Governo iliberal foi apeado pelo eleitorado, frisa que a alternância democrática não reverte de um passe as profundas alterações institucionais impostas.Paulo Baldaiadestaca que “a democracia não se realiza apenas com eleições livres”,num textoque também responsabiliza os 27 no seguimento da mudança húngara. JáDaniel Oliveirasublinha a importânciaque a débil situação económica teve na derrota de Orbán, de novo chamando a atenção para a oportunidade e o encargo que a UE herda da votação de domingo. É que a mesma economia que derrubou o autocrata pode derrubar democratas, alerta. E na calha do calendário eleitoral estão França e Alemanha, entre outros.A concorrência também autopsia a eleição húngara, à esquerda e à direita. A antiga ministra e eurodeputada socialistaMaria Manuel Leitão Marquesescreve, no “Diário de Notícias”, sobre uma vitória da UE em Budapeste, com perguntas sobre qual será o posicionamento do futuro Executivo de Péter Magyar; no “Observador”,Frederico Valente Nunes, assessor da Iniciativa Liberal e antigo membro da Comissão Nacional de Eleições,salientaa importância de “tirar algumas ilações deste momento histórico”. No “Público”, li bons textos dePedro Candeiassobre “o fim do homem inevitável”, ou seja, como nem a captura do Estado ao longo de década e meia assegura a invencibilidade de um autocrata; e deAmílcar Correiaa lembrarque além de Trump, que referi acima, há outro derrotado nestas eleições, que é Vladimir Putin. Para a escala da derrota de Orbán terá pesado o escândalo de se ter sabido que o seu ministro dos Negócios Estrangeiros atuava como lacaio do Presidente russo.P.S.: O título deste Curto vem da canção “Hope for the best, expect the worst”, com letra do quasi-centenárioMel Brooks(dedos cruzados até 28 de junho), composta porJohn Morrispara a comédia de Brooks “Balbúrdia no Leste”, e inspirada naDança Húngara n.º 4 em Fá ♯ menordeJohannes Brahms.P.P.S.: Dedico estanewsletteraMiguel Monjardino, escriba semanal deste jornal e uma das pessoas com quem mais aprendo sobre política internacional, queo Presidente da República, António José Seguro, escolheu, e bem, para presidir às comemorações do 10 de junho deste ano, como escreve aRita Dinis.

AMEAÇADOSPela primeira vez, o SIS identifica Rússia, China, Coreia do Norte e Irão como principais ameaças à segurança dos portugueses,escreveoHugo Franco, a propósito domais recente Relatório Anual de Segurança Interna.SUGADOSOs consumidores portugueses pagam mais 33 cêntimos por litro no gasóleo e mais 43 cêntimos na gasolina do que os seus vizinhos espanhóis,ficamos a saberpelaBárbara Silva. Madrid baixou o IVA dos combustíveis de 21% para 10%, enquanto o Governo português deu descontos no ISP de 8,3 cêntimos por litro no gasóleo e 4,6 cêntimos por litro na gasolina.ASSUSTADOSUm inquérito nacionalaqui escandidopelaJoana Pereira Bastosrevela que o medo levou quase metade dos portugueses a adiar decisões. O “medo do fracasso” no trabalho é o mais comum, seguindo-se receios relacionados com a saúde ou a solidão no envelhecimento.

DIVIDIDOSCerca de seis mil utilizadores circulam diariamente no metrobus do Porto, numa fase experimental e gratuita até 19 de abril. A apreciação do serviço divide opiniões,informaoAndré Manuel Correia, com os utilizadores a destacar o conforto, rapidez e fiabilidade do serviço.CONFUNDIDOSOmesmo jornalista noticiaque a missão Artemis II, que recolocou a Lua no centro da atenção global, também reacendeu velhas teorias da conspiração, que o astrofísico Pedro Machado desmonta, em declarações ao Expresso.MARAVILHADOSO golfista norte-irlandês Rory McIlroy venceu o torneio Masters pela segunda vez consecutiva, algo que só Jack Nicklaus, Nick Faldo e Woods conseguiram. É aLídia Paralta Gomesquem no-lo conta.EMBALADOSAs palavras do Mário Rui Vieiratransportam-nosaté ao primeiro fim de semana do Coachella, festival nos EUA onde atuaram Sabrina Carpenter, Justin Bieber, Karol G, Iggy Pop, The xx, Strokes, Jack White ou Nine Inch Nails com Boys Noize.

“Puseram um preço à minha dor, mas vem com cláusulas de silêncio. Só posso ter alguma “reparação” se abdicar da minha voz. Como se, depois de tudo o que me foi feito, ainda me coubesse aceitar calada o que me impõem. Proíbem-me de voltar a falar, de contestar, de procurar justiça por outras vias.”Miriam Fernandes, pseudónimo de uma vítima de abuso numa das dioceses portuguesas, numtexto dilacerantepublicado no blogueSete Margenssobre a ignóbil decisão dos bispos de cortar as compensações a quem foi sexualmente agredido por padres, assunto que oFilipe d’Avillezaqui explicou, tendo já havidoreação da igreja“Cancelar é o fim do diálogo, o fim da razão; é querer reduzir o acesso à produção simbólica, controlar a literatura, o cinema – a cultura, portanto”Ana Bárbara Pedrosa, uma das melhores contratações de sempre do meu jornal, porque escreve lindamente — crítica literária e comentário político, além de romances — e vem de uma esquerda que não desistiu de pensar

🚢 O cessar-fogo no Irão e a reabertura do estreito de Ormuz podem já ter ido às malvas, mas continua pertinente a conversa que aMara Tribunateve comJoana Ricarte, professora de Relações Internacionais na Universidade do Porto, no mais recente episódio deO Mundo a Seus Pés. “Trump está desesperado para sair de uma guerra da qual não sabemos sequer porque entrou”, diz.🇻🇦 O Papa não tem medo de Donald Trump, que o insulta enquanto se faz retratar nas redes sociais (depois apagou) como uma espécie de Cristo a curar um homem queyours trulyachou tristemente parecido com o monstro Jeffrey Epstein. O chefe da Igreja Católica criticou o Presidente dos EUA por ter ameaçado acabar com toda a civilização iraniana, assunto quePaulo Baldaiadiscute noExpresso da ManhãcomFilipe d’Avillez, especialista em questões religiosas e colaborador regular do Expresso. Já agora, tambémMaria Castello Brancodedicaa sua colunaa este assunto.😹Sérgio Fernandesdecidiu, aos 13, que o guarda-redes Neno era Deus. Depois, criou o Vitória Clube de Santarém (futsal) com amigos da rua. Sem ter descartado religião nem a equipa, é hoje guionista do humorista Diogo Batáguas. Prestes a subir ao palco a solo, conta a história aoGustavo CarvalhonoHumor à Primeira Vista.

O que ando a ler, ver e ouvir

Li e vi de um fôlego “Furor Botânico” (Dom Quixote), deleite autobiográfico da espanholaLaura Agustí, que copiosa e deliciosamente o ilustra, daí que não baste ler. Contar a história da mudança de um casal de Barcelona para Nevà, junto aos Pirenéus aragoneses, torna-se pretexto para deslindar memórias de quatro gerações, partilhar saberes ancestrais que vão de cozinhados a mezinhas, passando por técnicas de cultivo, muito no feminino. A cada página fascinaram-me ora palavras ora desenhos que me recordaram uns volumes de botânica alemães de séculos passados, cheios de cortes transversais e longitudinais de flores e frutos e plantas em várias fases dos seus ciclos, que sempre me encantaram.

Já que estamos no mês da Revolução dos Cravos, sugiro ainda um livro com seis meses que fala de uma figura central dos acontecimentos que dentro de dias festejaremos: “Otelo, o herético” (Tinta-da-China), último livro (e já postumamente publicado) deCarlos Matos Gomes, capitão de Abril falecido fez ontem um ano), que na ficção assinava Carlos Vale Ferraz, e que nos propõe neste volume um retrato nada a preto e branco do homem a quem tanto podemos agradecer o planeamento do golpe de 1974 como lastimar os mandados de captura em branco no COPCON ou deplorar o terrorismo a que se entregou, no Projeto Global das FP25, quando já a democracia estava instaurada.E, porque convém não esquecer o que ficou para trás (para que não regresse), desperta-me curiosidade “O Primeiro Fascista” (Zigurate), biografia porSergio Luzzatode Antoine Amédée-Marie-Vincent Manca-Amat (1853-96), também conhecido como marquês de Morès, populista, supremacista e antissemita, isto é, alguém que hoje poderia bem estar na berra.Nas exposições, bendito quem tenha decidido prolongar até 3 de maio a belíssima “Filhos de todos… Filhos de quem? Os expostos da roda de Lisboa”, no lisboetaMuseu de São Roque. Elucidativa, comovente, riquíssima em objetos (“sinais”, sobretudo) e testemunhos, ilustra uma realidade bem próxima no tempo e no espaço, enriquecida por obras de arte de Graça Morais, Júlio Pomar, Paula Rego e Almada Negreiros que aludem ao drama dos bebés abandonados à Misericórdia. Claro que convém ler, antes ou depois,a reportagemque aJoana Pereira Bastos, aRaquel Moleiroe oTiago Mirandaaqui publicaram há quase seis meses. Para ver de terça a domingo (10h-12h e 13h30-18h).Na capital há ainda — cingindo-me ao que vi ou tenho na agenda — “Depois de para sempre”, com obras deFernando CalhaueRui Chafes, até 14 de junho noPavilhão Julão Sarmento, sendo que a 22 de abril às 18h há conversa com Chafes, a curadora Isabel Carlos e o autor do texto da brochura da exposição, Daniel Peres; até 16 de maio, “Lourdes Castro: existe luz na sombra”, naSociedade Nacional de Belas Artes; até 9 de maio,Helena AlmeidanaGaleria Francisco Fino; e, naBrotériaaté 16 de maio, “Mesa-Paisagem”, prodigiosa instalação deAna Vieirade 1973. Nos dias 16 e 23 de abril e 15 de maio, sempre às 19h, a mostra é enriquecida com participações, respetivamente, de Maria Filomena Molder (Sonho), João Wengorovius (Sabor) e Sofia Dias & Vítor Roriz (Corpo). Dia 7 já passou, comCarminho(Voz) naquele espaço tão exíguo quanto acolhedor. Estive lá e só não digo mais porque fazer pirraça é feio. Mas afinal faço: dia 3 de maio vou ver a fadista uma terceira vez em menos de um mês, noColiseu dos Recreios(também há dia 1 e 2, enoColiseu do Portoa 6 de junho).

Se de música falamos — e escusando-me a provocar mais invejas comRosalía, onde Carminho também esteve (prefiro que seja oMário Rui Vieiraa fazê-lonesta bela recensão) —, destacarei os álbuns “Against the dying of the light”, deJosé González, quecanta em Lisboa e no Portoem novembro; e a leitura de duas obras deMarc-Antoine Charpentier(H.146) porJordi Savall, com os seus agrupamentos La Capella Reial de Catalunya e Le Concert des Nations. “Te Deum – In Nativitatem Domini Canticum” alia uma obra sacra, possivelmente destinada a celebrar uma vitória militar francesa em Steenkerque; a outra secular e natalícia. O resultado é interessante, como sempre.Teatro, só para dar conta das próximas idas: “Rei Lear” deShakespearenoTeatro do Bairro, na tradução deÁlvaro Cunhale comAdriano Luzno protagonista, até 26 de abril; naCulturgest, de 23 a 25, “Burn Burn Burn”,deCatarina Rôlo SalgueiroeIsabel Costa(coletivo Os Possessos), glosando o “Fahrenheit 451” de Ray Bradbury; “Sinédoque”, poesias comIvo CanelaseJoão Vasco(13 de maio noMaria Matose depois em itinerância); “Evita”, o musical deAndrew Lloyd WebbereTim Rice, comSofia Escobarna personagem-título (Capitólio, até 28 de junho)e “Clube dos Poetas Mortos”, deTom Schulman, noTeatro da Trindade, comDiogo Infanteonde no ecrã havia Robin Williams (30 abril a 20 dezembro).Cinema japonês dos anos 50 para concluir: o ciclo “Shimizu tardio” enche oCinemaCity Alvaladeentre 16 a 22 de abril, com os já exibidos entre nós “Imagem de uma Mãe” e “O Som do Nevoeiro”, e os inéditos “A Dançarina”, “O Idiota Sentimental” e “Crianças à Procura de Mãe”. E agora vou, que oExpressonão se faz sozinho. Até breve e até sempre!

Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail:pcordeiro@expresso.impresa.pt

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