Irão reabre totalmente o estreito de Ormuz durante cessar-fogo com EUA; crude cai 10% em minutos; missões defensivas europeias para garantir navegação; Trump promete abertura permanente, críticas à NATO.

Teerão reabre totalmente estreito de Ormuz e crude cai 10% em minutos - Expresso

Teerão reabre totalmente estreito de Ormuz e crude cai 10% em minutos

O Irão decidiu abrir totalmente o estreito de Ormuz à navegação comercial enquanto durar o cessar-fogo acordado com os Estados Unidos, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano. O preço do crude desceu poucos minutos depois do anúncio e aliados europeus combinam missão “defensiva” a ser enviada para a zona em breve

O Irão decidiu abrir totalmente o estreito de Ormuz à navegação comercial ,enquanto durar o cessar-fogo acordado com os Estados Unidos, anunciou o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano.“Em consonância com o cessar-fogo no Líbano, declara-se totalmente aberta a passagem de todos os navios mercantes pelo estreito de Ormuz durante o resto do período de cessar-fogo”, afirmou Abbas Araghchi numa mensagem na rede social X, na qual indicou que os navios seguirão a rota “coordenada e já anunciada” com a Organização Portuária e Marítima iraniana.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, também confirmou a reabertura da passagem marítima.“O Irão acaba de anunciar que o estreito de Ormuz está totalmente aberto e pronto para a passagem livre. Obrigado!”, escreveu o republicano na rede social Truth Social.

Pouco depois dessa mensagem, Trump voltou a escrever sobre o tema: “O Estreito de Ormuz está totalmente aberto e pronto para o comércio e a passagem livre, mas o bloqueio naval permanecerá em pleno vigor e efeito, apenas no que diz respeito ao Irão, até que a nossa transação com o Irão esteja 100% concluída. Este processo deve decorrer muito rapidamente, uma vez que a maioria dos pontos já foi negociada. Obrigado pela vossa atenção a este assunto! Presidente Donald J. Trump”.

Os preços do petróleo caíram mais de 10%, minutos após o Irão ter anunciado a abertura do estreito de Ormuz.Por volta das 14:10 (hora de Lisboa), o preço do barril de Brent do Mar do Norte, para entrega em junho, caía 10,42%, para 89,03 dólares.Já o seu equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, para entrega em maio, caía 11,11%, para 84,17 dólares.

Numa série de publicações ainda sobre este tema, Trump lançou críticas à NATO, que tem sido, de resto, alvo constante da ira do Presidente. No caso de Ormuz por não ter apoiado os Estados Unidos na guerra contra o Irão. “Agora que a situação no Estreito de Ormuz já passou, recebi uma chamada da NATO a perguntar se precisávamos de ajuda. DISSE-LHES PARA SE MANTEREM AFASTADOS, A MENOS QUE SÓ QUISESSEM ENCHER OS SEUS NAVIOS DE PETRÓLEO. Foram inúteis quando foram precisos, um tigre de papel! Presidente DJT”, escreveu Trump.

Num frenesim de promessas, Trump disse ainda que oIrão manterá o Estreito de Ormuz aberto permanentemente, apesar de não ter sido esse o compromisso expresso porAbbas Araghchi. “O Irão concordou em nunca mais fechar o Estreito. Jánão será utilizado como arma contra o mundo!”, escreveu o Presidente.

Itália, França, Alemanha e Reino Unido reunidos sobre Ormuz

Os líderes de Itália, França, Alemanha e ReinoUnido estiveram reunidos no Palácio do Eliseu, e concordaram em enviar missões “puramente defensivas” para o estreito. “A Itália está disposta a participar nesse quadro, disponibilizando um determinado número de unidades navais, de acordo com o que for autorizado pelo Parlamento italiano”, disse a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. Logo depois, Friedrich Merz, chanceler da Alemanha, confirmou que Berlim também estava pronta para participar de alguma forma, mas não adiantou detalhes. “Estamos dispostos a dar um contributo para garantir a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz, o que poderá significar, no final das negociações, talvez um contributo das forças armadas alemãs para uma missão internacional, desde que tenhamos uma base jurídica sólida para tal”, disse Merz,citadopela Sky News.

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, reforçou que “assim que as condições o permitirem”, também o seu país e França irão lançar uma missão militar estritamente defensiva para “proteger a liberdade de navegação” no estreito. Um dos objetivos dessa missão será a remoção de minas, disse Starmer. “A reabertura do estreito é uma necessidade global e uma responsabilidade global. Temos de agir para que a energia e o comércio globais voltem a circular livremente, de modo a reduzir os preços para os trabalhadores. Os nossos cidadãos precisam de ver um regresso à paz e à estabilidade e nós desempenharemos plenamente o nosso papel”, assegurou o britânico, secundando o que Macron já tinha dito sobre a necessidade de se regressar à normalidade no Estreito.

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