Exército israelita mata dois condutores de camiões da UNICEF em Gaza; veículos transportavam água potável; UNICEF suspende operações; denúncia da ONU; pedido de investigação; infraestruturas humanitárias atingidas; impacto severo em civis.
Exército israelita mata dois condutores de camiões da UNICEF - Expresso
Exército israelita mata dois condutores de camiões da UNICEF
Viaturas transportavam água potável para famílias em Gaza. O caso foi denunciado este sábado pela agência da ONU
O exército israelita matou dois condutores de camiões da UNICEF, agência da ONU, que transportavam água potável para famílias em Gaza. A denúncia foi festa este sábado pela organização humanitária, que instou Israel a investigar de imediato o ataque.
“O ataque, no qual ficaram feridas outras duas pessoas, ocorreu durante operações rotineiras de transporte de água em camiões cisterna”, afirmou a UNICEF em comunicado, sublinhando que o exército israelita conhecia os movimentos e devia protegê-los, ao abrigo do direito internacional humanitário.Após o sucedido, a UNICEF suspendeu as atividades até se restabelecerem condições de segurança na zona, apesar de abastecer centenas de milhares de pessoas, incluindo crianças.
O ataque aconteceu na madrugada de sexta-feira, no ponto de recolha de água de Mansoura, no norte de Gaza e único posto para camiões cisterna da companhia de abastecimento de água de Mekorot, que abastece a cidade de Gaza.O exército israelita não se pronunciou sobre o caso.
“A UNICEF insta as autoridades israelitas a investigarem de imediato este ataque e a garantirem que se apurem responsabilidades. Os trabalhadores humanitários, os fornecedores de serviços essenciais e a infraestrutura civil, incluindo as instalações de água vitais, nunca devem ser alvo de ataques”, declarou a organização.
São já mais de 760 os palestinianos mortos por fogo israelita desde o início do cessar fogo, em 10 de outubro, segundo o balanço do Ministério da Saúde de Gaza.Mais de 38.000 mulheres e raparigas foram mortas em Gaza entre outubro de 2023 e o final de 2025, vítimas da ofensiva militar de Israel no enclave palestiniano, de acordo com a ONU.
“No contexto da obsessão anti-Israel”, governo israelita exclui Espanha de mecanismo internacional para Gaza
Israel justifica morte de funcionário da OMS em Gaza, mas testemunhas dizem que veículo estava claramente identificado
Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail:clubeexpresso@expresso.impresa.pt
Faça login e junte-se ao debate
Insira o código presente na Revista E para se juntar ao debate
Estreito de Ormuz “regressou ao seu estado anterior”: fechado
António Martins da Cruz: “O regime iraniano futuro vai radicalizar-se. E vão continuar a achar que os EUA são Satanás e Israel não é para existir”
Líbano, o ponto crítico onde Israel já ameaça manter operações militares: cessar-fogo pode decidir negociações entre EUA e Irão
Compensações às vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica vão ficar livres de impostos
Carneiro atira a Montenegro e diz que “a direita democrática está numa rampa deslizante para a extrema-direita”
Bulgária põe à prova a sua credibilidade democrática nas oitavas eleições legislativas em cinco anos
Sociedade das Nações: como o fracasso de 1946 ajuda a explicar a crise da ONU e o mundo de Trump
Conflito no Médio OrienteExército israelita mata dois condutores de camiões da UNICEFAgência Lusa
Conflito no Médio OrienteEstreito de Ormuz “regressou ao seu estado anterior”: fechadoExpresso
Expresso da Meia-NoiteAntónio Martins da Cruz: “O regime iraniano futuro vai radicalizar-se. E vão continuar a achar que os EUA são Satanás e Israel não é para existir”SIC Notícias
Conflito no Médio OrienteLíbano, o ponto crítico onde Israel já ameaça manter operações militares: cessar-fogo pode decidir negociações entre EUA e IrãoCatarina Maldonado Vasconcelos
SociedadeCompensações às vítimas de abusos sexuais na Igreja Católica vão ficar livres de impostos
PolíticaCarneiro atira a Montenegro e diz que “a direita democrática está numa rampa deslizante para a extrema-direita”Liliana Valente, em Barcelona
EuropaBulgária põe à prova a sua credibilidade democrática nas oitavas eleições legislativas em cinco anosHugo dos Santos
GeopolíticaSociedade das Nações: como o fracasso de 1946 ajuda a explicar a crise da ONU e o mundo de TrumpCatarina Maldonado Vasconcelos