Persistente baixa participação masculina no planeamento familiar; Portugal oferece contraceção gratuita a todos; aumento de interrupções voluntárias da gravidez e uso de contraceção de emergência; desafios no acesso e literacia; destaque para mulheres imigrantes em risco. Homens continuam pouco envolvidos no planeamento familiar - Expresso Homens continuam pouco envolvidos no planeamento familiar As declarações dos protagonistasda conferênciaorganizada pela Gedeon Richter, que assinalou os 50 anos das políticas de planeamento familiar no país, a que o Expresso se associou comomedia partner "Somos dos poucos países da Europa em que todos os métodos de contraceção são gratuitos para toda a população, independentemente da cidadania, o que é também muito importante", apontaTeresa Bombas,presidente da Sociedade Europeia de Contracepção e Saúde Reprodutiva. "Precisamos de começar a falar de saúde sexual e reprodutiva, ou seja, ter este termo mais alargado. Os homens devem participar, devem também cuidar da sua própria saúde sexual e reprodutiva", acreditaRita Sá Machado,diretora-geral da Saúde. "O número de interrupções voluntárias de gravidez tem aumentado, tal como o recurso à contraceção de emergência. Há que perceber que são sobretudo mulheres imigrantes, as que não têm acesso a medicina geral e familiar, que estão nestes grupos de altíssimo risco", alertaMiguel Oliveira Silva,médico obstetra-ginecologista. "Há uma outra revolução cultural que temos de fazer no domínio da prestação de cuidados de saúde. Em vez de estarmos no gabinete à espera que venham ter connosco, temos de ir à comunidade ter com as pessoas", consideraMaria de Belém Roseira,ex-ministra da Saúde. "Na fase da idade fértil, o planeamento familiar é fundamental na vida da mulher. Foi um ganho significativo que tivemos há 50 anos e que permitiu às mulheres toda a liberdade de planearem a sua família", sublinhaFátima Faustino, presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. "A contraceção masculina é algo a que tem sido sempre difícil de chegar, mas acho que deve haver interesse em desenvolver mais essa área",dizDiogo Ayres de Campos, presidente da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia. "O país fez um percurso notável nos últimos 50 anos. Melhorámos incrivelmente na área da saúde da mulher graças à visão dos pioneiros, mas o processo nunca fica terminado. É preciso construí-lo no dia a dia", relembraDaniel Pereira da Silva,consultor médico da Gedeon Richter. Este projeto é apoiado por patrocinadores, sendo todo o conteúdo criado, editado e produzido pelo Expresso (verCódigo de Conduta), sem interferência externa. Planeamento familiar: 50 anos depois, os desafios passam pelo acesso e literacia Afinal, o que mudou em 50 anos de planeamento familiar? Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail:clubeexpresso@expresso.impresa.pt Faça login e junte-se ao debate Insira o código presente na Revista E para se juntar ao debate Viticultura regenerativa: a importância de conhecer a filosofia agrícola da vinha Será que precisamos de tomar suplementos alimentares? Portugal Digital Awards. Já não basta digitalizar, é preciso provar valor Melania “quer independência” de Donald no caso Epstein Eleições na Bulgária: vitória serena de Radev, sem festejos nem protestos Porque é que a esquerda está a desaparecer? Todos os concertos marcados para 2026 em Portugal Filipe La Féria: “Enquanto vivi em Londres estive sempre a trabalhar, servi muito à mesa. 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