Irão ataca três navios no estreito de Ormuz após ter condicionado negociações ao levantamento do bloqueio naval dos EUA; dois navios apreendidos pela Guarda Revolucionária; escalada na crise do Médio Oriente. Ormuz: Irão ataca três navios, depois de se dizer pronto a negociar se os EUA levantarem o bloqueio Ormuz: Irão ataca três navios, depois de se dizer pronto a negociar se os EUA levantarem o bloqueio Pouco antes dos ataques, o embaixador iraniano na ONU garantia retoma de negociações em Islamabad após levantamento do bloqueio naval americano Amir-Saeid Iravani, embaixador do Irão na Organização das Nações Unidas, garantiu esta quarta-feira que o país vai retomar as negociações de paz emIslamabad, capital do Paquistão,assim que os EUA levantem o bloqueio naval do estreito de Ormuz. O embaixador,citado pela Al Jazeera,alega que o bloqueio é uma "violação do cessar- fogo" acordado há duas semanas e que deveria ter terminado hoje.Iravani sublinha que o Irão"está preparado para qualquer cenário": "Não fomos nós que iniciámos a agressão militar. Se eles procuram uma solução política, estamos prontos. Se procuram a guerra, o Irão também está preparado para isso". Donald Trumpprolongou indefinidamente o cessar-fogo, na noite desta terça-feira, mas garantiu que vão continuar com o bloqueio naval. Numapublicaçãofeita nas redes sociais, o Presidente norte-americano justifica: "Tendo em conta que o Governo do Irão se encontra gravemente dividido, o que não constitui surpresa, e a pedido do marechal de campo Asim Munir e do primeiro-ministro Shehbaz Sharif, do Paquistão, foi-nos solicitado que suspendamos o nosso ataque ao Irão até que os seus líderes e representantes apresentem uma proposta unificada". "Por conseguinte", continua, "ordenei às nossas forças armadas que continuem o bloqueio e, em todos os outros aspetos, permaneçam prontas e preparadas", mas "prolongarei o cessar-fogo até que a proposta seja apresentada e as discussões sejam concluídas, de uma forma ou de outra". Na manhã desta quarta-feira o Irão já atacou três naviosno estreito de Ormuz.O último desses ataques foi ao MSC Francesca, com bandeira do Panamá, ocorreua cerca de seis milhas náuticas da costa do Irão,segundo informações da BBC, que cita aempresa de inteligência marítima Vanguard. Os incidentes seguem‑se a dois ataques anteriores ocorridos na mesma manhã, a umporta‑contentorese a umcargueiro. A comunicação social iraniana avançou posteriormente que as três embarcações foram alvo direto da GuardaRevolucionária. A agência estatal Fars indicou que o cargueiro (chamadoEuphoria, também com bandeira do Panamá)foi atingido e se encontra agora imobilizado ao largo do Irão. Segundo a mesma fonte, os naviosMSC Francescae o porta-contentoresEpaminondasforam apreendidos e escoltados para a costa iraniana por ordem da Guarda Revolucionária. Trump aceita prolongar o cessar-fogo com o Irão, mas não levanta bloqueio naval “Irão teme mais capitular do que parecer beligerante” Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail:clubeexpresso@expresso.impresa.pt Faça login e junte-se ao debate Insira o código presente na Revista E para se juntar ao debate Bruxelas cria Observatório de Combustíveis para prevenir escassez na UE face à crise no Médio Oriente Lufthansa elimina 20 mil voos para poupar combustível Irão ataca três navios no estreito de Ormuz, dois deles foram apreendidos pela Guarda Revolucionária O plano da AfD para a Saxónia-Anhalt: deportações, famílias “alemãs”, turmas para crianças refugiadas e aulas de russo 25 de Abril nos Palácios: Montenegro celebra o teatro, Seguro festeja a liberdade Kevin Warsh, o escolhido por Trump, promete "mudança de regime" na Fed Portugal e Itália tiveram o maior alívio do IRS nos últimos dois anos Estado português vai pagar mais de 20 mil euros a advogado que foi condenado por ter enviado um fax com queixas contra um juiz Marcelo considera "estranho" não haver textos do único Nobel da Literatura português nas leituras obrigatórias do 12º ano “Enquanto eu me levantava cedo e ia a pé, alguns colegas chegavam de Porsche”: Fernando Daniel cria escola “justa” para jovens talentos Joana Marques: “Sinto que a Cristina Ferreira é uma pessoa que tem alguns problemas com a liberdade de expressão” “A democracia mata”: Presidente interino rompe com França, aproxima-se da Rússia e consolida regime militar no Burkina Faso What's up com Carolina Patrocínio “Ver a decadência dos nossos pais é a fase mais triste da nossa vida. 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