Primeira vitória de Vasco Vilaça na etapa inaugural do Mundial de Triatlo destaca-se; atleta português, radicado na Suécia, acumulou medalhas, alcançou 10 pódios no Mundial, terceiro melhor do mundo. Quem é Vasco Vilaça, o português radicado na Suécia que dá cartas no triatlo - Expresso Quem é Vasco Vilaça, o português radicado na Suécia que dá cartas no triatlo Pratica desporto desde os três anos. Aos oito, tendo como referência Vanessa Fernandes, participa na primeira prova de triatlo, na qual supera o medo de nadar em águas abertas. Mas é ao mudar-se para a Suécia que consegue competir a nível de elite e conquistar várias medalhas. Acaba de alcançar a primeira vitória na etapa inaugural do Mundial de Triatlo Nasce na Amadora, em Lisboa. Desde pequeno que faz desporto, praticando ginástica com apenas três anos. Aos seis, participa no seu primeiro duatlo e a experiência, tal como o exemplo de Vanessa Fernandes, leva-o a querer ser triatleta. Aos oito anos, participa na primeira prova de triatlo, no Cartaxo, Santarém. Com medo de nadar em águas abertas, supera-o na prova — em entrevista, dirá que tinha apenas de nadar 50 metros paralelos à areia, o que lhe permitia ficar em pé, se necessário. Tal como ele, também a irmã, Vera Vilaça, tornar-se-á triatleta. Muda-se com a família para a Suécia, em plena crise financeira em Portugal. Mais tarde, aos 15 anos, irá sozinho para a cidade de Motala, para ingressar numa escola secundária para os melhores triatletas do país. A ligação com o treinador Joachim Willen, que competira nos Jogos Olímpicos, ajudá- -lo-á a tornar-se num dos melhores da Europa. Termina o liceu, onde aprende muito sobre o triatlo, nutrição e treino. Entra na universidade sueca de Linköping, estudando engenharia informática. Ainda assim, tem a certeza de que precisa de saltar do campeonato júnior para o nível de elite. Após um período em que treinou sem interrupções e mudou de treinador de natação (a modalidade em que é pior), consegue a prata no Campeonato Mundial de Hamburgo, na Alemanha, subindo norankingmundial. Sagra-se vice-campeão do mundo, uma vez que, por causa da pandemia, esta prova é a única a determinar os campeonatos do mundo. Não tem idade nem pontos suficientes para marcar presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, mas, de olhos postos no ciclo olímpico seguinte, passa a treinar com Joel Filliol, em Girona. Termina em quarto lugar no World Triathlon Championship Series (WTCS), o circuito anual mais importante do triatlo olímpico que, no final, consagra o campeão do mundo. Participa, aos 24 anos, nos Jogos Olímpicos de Paris, terminando em quinto lugar na prova individual masculina e na estafeta mista. Um ano depois, após uma época em que arrecadou três segundos lugares e um terceiro nas etapas do circuito, conquista a medalha de bronze no Mundial de triatlo. Conquista a primeira vitória na etapa inaugural do Mundial de triatlo, em Samarcanda, no Usbequistão. Este é o 10º pódio do atleta do Benfica em etapas do Mundial, que inclui nove individuais e um nas estafetas mistas. Vasco Vilaça é o terceiro melhor triatleta do mundo. E está a aprender a não tentar em demasia ser o melhor Presidenciais: Atleta olímpico Vasco Vilaça é mandatário para a Juventude de Gouveia e Melo Tem dúvidas, sugestões ou críticas? Envie-me um e-mail:mjbourbon@expresso.impresa.pt Faça login e continue a ler Insira o código presente na Revista E para continuar a ler Faça login e junte-se ao debate Insira o código presente na Revista E para se juntar ao debate Quem é Rumen Radev, piloto de caça e eurocético de esquerda que acaba de ganhar as legislativas na Bulgária O fenómeno dos cursos online: em Portugal, os números crescem mas o país saiu do top 10 Paz, sim. Sempre, mas com memória Operação Marquês: há crimes de corrupção prestes a prescrever? 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