Israel exige resposta rápida do Reino Unido após esfaqueamento classificado como ato terrorista em bairro judeu de Londres; aumento recente de ataques antissemitas; comunidade judaica alarmada; suspeito detido.

Israel exige ação urgente do Reino Unido após esfaqueamento em bairro judeu de Londres - Expresso

Israel exige ação urgente do Reino Unido após esfaqueamento em bairro judeu de Londres

Israel espera que o Reino Unido tome “medidas firmes e urgentes” após um esfaqueamento num bairro judeu de Londres, em que duas pessoas ficaram feridas. Um homem de 45 anos foi detido sob suspeita de tentativa de homicídio

“O Governo britânico já não pode afirmar que a situação está sob controlo”, declarou o Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita na rede social X, referindo que a comunidade judaica de Londres tem sido, nos últimos tempos, várias vezes alvo de ataques. As declarações surgem na sequência de umesfaqueamento num bairro judeu de Londres, esta quarta-feira, em que duas pessoas ficaram feridas.

“Numa das principais capitais ocidentais, é agora perigoso andar na rua sendo judeu”, afirmou o Presidente israelita, Isaac Herzog, dizendo-se “horrorizado com o inaceitável ataque”. “É tempo de o mundo acordar e combater esta onda de ódio contra os judeus por todos os meios possíveis”, acrescentou, também na rede social X.

As vítimas, um homem na casa dos 30 anos e outro septuagenário, segundo a polícia britânica, foram esfaqueadas em Golders Green, bairro onde reside uma grande comunidade judaica.

Segundo a Polícia Metropolitana de Londres, o alerta foi dado às 11h16 locais (mesma hora em Lisboa), após relatos de várias pessoas esfaqueadas na Highfield Avenue, em Golders Green, bairro da zona norte da capital britânica com uma grande comunidade judaica e onde fica localizada uma sinagoga.O incidente foi entretanto classificado como um ato terrorista pela polícia.

As primeiras informações sobre o incidente foram divulgadas pela organização de segurança da comunidade judaica Shomrim, que relatou que interveio após ter sido visto “um homem a correr pela Golders Green Road, armado com uma faca, tentando esfaquear transeuntes de origem judaica”.

“A Shomrim reagiu imediatamente e deteve o suspeito. A polícia chegou ao local e utilizou um ’taser’. O homem já foi detido”, avançou a organização.

Para o local foram destacados agentes da polícia, incluindo unidades armadas. O suspeito foi imobilizado com uma pistola de choque elétrico (’taser’) e detido após ter tentado esfaquear agentes policiais.

Vários incêndios e tentativas de fogo posto já tinham ocorrido nas últimas semanas em locais associados a esta comunidade, no noroeste da capital britânica, sem causar feridos até agora.

O primeiro destes ataques antissemitas ocorreu no final de março, quando foram incendiadas várias ambulâncias da Hatzola (organização voluntária de serviços médicos de emergência da comunidade judaica), seguindo-se outros a uma sinagoga no bairro de Harrow e às instalações de uma instituição de caridade judaica.

Estes acontecimentos aumentaram a inquietação da comunidade judaica no Reino Unido, já traumatizada pelo ataque a uma sinagoga em Manchester, a 2 de outubro de 2025, em que dois fiéis foram mortos e três ficaram gravemente feridos.

Questionado no parlamento sobre o incidente durante o debate semanal com os deputados, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que o ataque é"profundamente preocupante".

O chefe do Governo manifestou-se “absolutamente claro” na determinação das autoridades britânicas em lidar com este tipo de agressões que, frisou, têm ocorrido “com demasiada frequência nos últimos tempos”.

O presidente da Câmara Municipal de Londres, Sadiq Khan, também condenou o"ataque repugnante contra dois londrinos judeus"e agradeceu aos “heroicos voluntários da Hatzola e da Shomrim pela sua resposta rápida a este terrível incidente”.

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