Presidente interino do Burkina Faso rejeita democracia, rompe com França, aproxima-se da Rússia e consolida regime militar. Traoré defende governo soberanista e antiliberal, critica legado colonialista, reforça retórica de segurança.
Presidente interino do Burkina Faso rejeita democracia, rompe com França, aproxima-se da Rússia e consolida regime militar. Traoré defende governo soberanista e antiliberal, critica legado colonialista, reforça retórica de segurança. “A democracia mata”: Presidente interino rompe com França, aproxima-se da Rússia e consolida regime militar no Burkina Faso “A democracia mata”: Presidente interino rompe com França, aproxima-se da Rússia e consolida regime militar no Burkina Faso Ibrahim Traoré está a promover uma visão soberanista e antiliberal do governo, na qual a competição eleitoral é retratada como secundária, estrangeira ou mesmo perigosa. Trata-se de mais um exemplo no continente africano de defesa da segurança antes do pluralismo ou das eleições. Não é uma provocação passageira, é uma justificação para um regime militar duradouro ...