Óbito Oscar Schmidt, ícone do basquetebol brasileiro; maior pontuador histórico até 2024, chamado “Mão Santa”, recusou NBA para continuar pela seleção, introduzido ao Hall of Fame sem jogar nos EUA.
Óbito Oscar Schmidt, ícone do basquetebol brasileiro; maior pontuador histórico até 2024, chamado “Mão Santa”, recusou NBA para continuar pela seleção, introduzido ao Hall of Fame sem jogar nos EUA. Oscar Schmidt - Expresso Um dos maiores basquetebolistas brasileiros de sempre, foi até 2024 o maior pontuador da história da modalidade, com 49.737 pontos em 1615 jogos, ultrapassado entretanto por LeBron James. Chamavam-lhe o “Mão Santa” pelo rigor dos seus lançamentos de longa distância, mas Schmidt, nascido na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nunca atribuiu as suas capacidades a qualquer intervenção divina, mas sim às demoradas horas que passava a treinar o seu tiro. Em 1984 foi escolhido no draft da NBA, pelos New Jersey Nets, quando já era um jogador destacado na Europa, no JuveCaserta, em Itália. Recusou jogar na mais importante liga do mundo não só por razões financeiras mas também porque tal o obrigaria a deixar de representar a seleção brasileira em competições internacionais, consideradas então amadoras e vedadas aos jogadores da NBA. Ajudou o Brasil a conquistar a medalha de bronze no Mundial de 1978 e continua a ser hoje o jogador com mais pontos em Jogos Olímpicos: esteve em cinco edições, de Moscovo 1980 a Atlanta 1996. Em 2013 foi introduzido no Hall of Fame norte-americano, mesmo nunca tendo jogado no país. Na altura já lutava contra um cancro cerebral. Dia 17, de causas não divulgadas.Lídia Paralta ...